Lis Lopes e Vanessa Ataides

Duas musas, dois estilos e um só desejo: incendiar sua imaginação

fotografia e styling_ Davi Borges / beleza_ Luiz Otávio

instagram_ Lis Lopes e Vanessa Ataides

 

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Lis Lopes e Vanessa Ataides - Revista SEXY Setembro 2025 - Sexy Clube

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Ver duas mulheres sensuais juntas é uma fantasia comum. Como foi fazer a SEXY?
V_ Foi incrível, porque não quisemos apenas posar, quisemos contar uma história com o corpo. O ensaio não fala só de sensualidade, mas de conexão e poder feminino. Duas mulheres seguras, que sabem o que querem, têm uma energia que transborda nas fotos.
L_ Fazer parte dessa edição foi como transformar essa fantasia em arte. Não estava apenas posando, estava transmitindo desejo, cumplicidade e poder feminino. É incrível perceber como duas mulheres podem se complementar e atiçar a imaginação sem exageros, apenas sendo intensas e verdadeiras.

Vocês se apresentam na noite, Vanessa com Chair Dance e Striptease e Lis com Pole Dance. O que isso ensinou sobre sensualidade e controle do corpo?
V_ Aprendi que sensualidade é mais atitude do que técnica. O show me deu consciência corporal, mas também me mostrou que a sedução começa na mente. Quem comanda a cena é quem tem presença e confiança, não apenas quem faz um movimento bonito.
L_ Aprendi que o corpo fala mais que qualquer palavra. Um rebolado lento, uma descida na barra, uma abertura de pernas… isso é poder puro. Não danço apenas, gosto de dominar, provocar e deixar todos implorando por mais.

O que os leitores podem esperar de uma apresentação de vocês?
V_ Intensidade. Não é só dança, é um espetáculo que mistura força, arte e desejo. Nós envolvemos quem está assistindo, porque cada movimento
tem intenção.
L_ Tesão puro. Rebolados que fazem suar, gemidos contidos, olhares que prometem pecado. Cada show é único, porque nos alimentamos da energia do público. É dança, sedução e provocação, mas sempre com elegância. Um convite descarado para perder o controle.

Já ficou excitada durante um ensaio ou apresentação?
V_ A energia é sempre alta, mas não confundo trabalho com vida pessoal. A excitação que sinto é mais artística: é o prazer de estar no controle, de provocar reações e de entregar uma performance perfeita.
L_ Claro. Quem diz que não, mente. Quando nossos corpos se tocam e sentimos o calor da pele, é impossível não se incendiar de desejo. Muitas vezes saímos do palco precisando de um “ensaio particular”. Esse tesão compartilhado deixa tudo ainda mais intenso.

Vem mais projetos juntas por aí? Um show das duas?
V_ Com certeza! Estamos preparando algo especial que vai unir o melhor do Chair Dance e do Pole Dance. Vai ser intenso, sensual e inesquecível.
L_ Com certeza. Já estamos planejando algo que vai unir pole, chair e strip em um espetáculo que vai mexer com as fantasias de todos. Vai ser quente, provocador e inesquecível. Um convite à tentação.

Existe alguma peça de roupa (ou ausência dela) que você usa para seduzir sem esforço?
V_ Um salto alto muda tudo: a postura, o olhar, o jeito de andar. Mas a verdadeira sedução vem do que a gente transmite, mesmo quando não está usando nada.
L_ Um salto alto, uma lingerie rendada, um corpete apertado… Mas a maior arma é quando tiro tudo e fico apenas com a pele, suada e arrepiada. O desejo não precisa de acessórios para incendiar.

Qual foi a cantada mais criativa que recebeu?
V_ Uma vez me disseram: “Você não é obra de arte, mas é o museu inteiro.” Não resisti, tive que rir.
L_ Um admirador disse: “Vocês não são mulheres, são o tipo de pecado que até os anjos gostariam de cometer.” Foi ousado, marcante e inesquecível.

O que mais admira em um homem?
V_ Atitude sem arrogância. Um homem seguro, que sabe conduzir sem tentar mandar, é irresistível.
L_ Coragem e ousadia. Um homem que sabe pegar forte, mas também sabe a hora de morder devagar. O corpo pode ser lindo, mas é a atitude que me faz querer subir em cima. Inteligência, bom humor e confiança são afrodisíacos poderosos.

Curte uma sacanagem?
V_ Curto intensidade e química verdadeira. Não é sobre quantidade, é sobre qualidade e entrega.
L_ Amo o jogo da sedução. Pra mim, a verdadeira “sacanagem” é brincar com os sentidos: provocar com um olhar, prender com um gesto, enlouquecer com um silêncio. É um jogo em que faço a pessoa implorar para ir mais fundo.

O que broxa?
V_ Gente sem iniciativa, sem jogo de cintura. Nada mais desanimador do que quem não sabe criar clima.
L_ Falta de atitude. Homens inseguros ou que confundem vulgaridade com sedução. Gosto do jogo, da provocação, e preciso sentir reciprocidade.

Conte uma transa incrível sua.
V_ A incrível é aquela em que você perde a noção do tempo, sente que está no comando e, ao mesmo tempo, se deixa levar. A melhor transa é quando rola química, respeito e ousadia na medida certa.
L_ Uma noite eu e a Vanessa começamos a brincar no palco, e a energia entre nós era tão intensa que quase esquecemos do público. Depois, a festa continuou no hotel: música baixa, taças de vinho, corpos colados e um jogo de sedução sem pressa. Cada beijo incendiava ainda mais até não restar nada além de gemidos e prazer espalhado pelo ar.

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