Carolina Sixel

Carolina Sixel, a musa do Morro.

A maquiadora Carolina Sixel ficou nua em uma favela carioca e mostrou que tem muita desenvoltura quando o assunto é sexualidade.

fotos_ João Paulo Ramos

 

Carolina Sixel / 29 anos, carioca

Como rolou o ensaio na favela?
Sou maquiadora, amiga do João (Paulo Ramos, fotógrafo) e não sou modelo. Não faço isso como profissão. A gente achou uma vila que é uma favela superescondida, numa comunidade pequena, no Humaitá. E aí a gente fez essas fotos lá e foi o maior barato.

Como foi tirar a roupa?
Como estou, como maquiadora, no meio do teatro, do cinema, já vi muita menina nua trocando de roupa na minha frente, muito homem, muito viado… Sou meio assexuada pra isso. Eu levo muito pro lado artístico. Então topo, meto as caras, acho bacana.

Você acredita em relacionamento aberto?
Já tive relacionamento em que podia rolar de tudo e tive relacionamento totalmente monogâmico…

E deu certo nos dois casos?
Deu mais certo no monogâmico, porque a proposta é a mesma. A partir do momento em que os dois gostam de uma bagunça, depende do nível que cada um aceita. Porque um quer uma vez por mês, o outro quer todo dia, e começa aquele: “Será que ele gosta mesmo de mim se quer todo dia?”

Quando você estava no relacionamento aberto quem estava mais na farra?
Olha (risos), o cara. Ele insistia muito pra colocar minhas amigas no jogo. Era muita forçação de barra, sabe? “Ah, chama sua amiga. E aquela sua outra amiga? E aquela, será que não curte? Ah, liga para aquela outra.” Aí ficava planejando um negócio pra convencer a menina a querer ir. Dá vontade de falar: “Liga pra uma menina e paga. Não precisa das minhas amigas”.

Como você conhece cara novo? Tinder ou é mais à moda antiga?
Olha, já usei Tinder, já usei 3nder (aplicativo que ajuda a encontrar parceiros para encontros a três). Mas costumo conhecer as pessoas na rua mesmo, porque aqui no Rio as pessoas vão muito pra rua, pra praia, vão pro Jobi (famoso bar, no Leblon), a galera se encontra no mesmos lugares.

Como foi com o 3nder?
Eu estava namorando um cara que era um pouco mais careta sexualmente. Com o tempo fui mostrando as coisas que eu gostava de fazer na cama que, de repente, poderiam assustá-lo na primeira noite. Depois, conversamos sobre mulheres e outras pessoas se envolvendo com a gente e fomos pro 3nder. A gente fez um perfil de casal pra buscar meninas e não conseguimos. Logo depois, terminamos. E eu, com muita raiva dele, fiz um perfil single no 3nder. Pensei: “Vou ser o prato de geral”. Aí encontrei um casal, fui na casa do cara e a menina dele estava lá. Os três gostavam de fumar um beck. Rolou, foi fantástico. Eu tava numa sede, fazia tempo que eu não ficava com mulher.

Você já ficou só com mulher?
Fui casada quatro anos com mulher.

Você se considera bissexual?
Sim, me considero bi. Porém, relacionamento só com homem.

Por quê?
O único relacionamento que tive com uma mulher foi com minha ex. Foi incrível, sensacional e eu terminei com ela porque faltava alguma coisa. Eu demorei um pouco pra descobrir que era o corpo masculino. Nós somos grandes amigas até hoje, mas não rola ter uma mulher todos os dias para sempre só aquilo. Preciso do corpo masculino.

Sente falta do corpo da mulher?
Sinto. Mas o 3nder tá aí pra isso (risos).

Que tipo de coisa você apresentou pro seu ex-namorado?
Não é exatamente “coisas”. É o ritmo que você tá, sabe? Minha vó me ensinou aquele ditado: seja uma puta na cama e uma dama na sociedade. Eu tento fazer isso, com todas as minhas forças. Eu tento ser uma pessoa educada, elegante, na rua, dar bom dia pro motorista, pro cobrador… Mas, entre quatro paredes, fecha porta e tranca (risos). Então, tem homem que se assusta e a mulher percebe isso.

 

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