Tati Weg

Pimentinhas 2026: Todo mês, novas modelos. Sem limites. 🌶️

Conheça a Pimentinha Tati Weg

direção e fotografia_ Nelson Miranda
 
agradecimento_ Motel Vitara
apresentação_ Casa das Pimentinhas
 

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Tati Weg_ 41 anos de São Paulo – SP

Descreva um pouco sobre você:
Sou a Tati Weg, criadora de conteúdo adulto desde 2021. Catarinense, atualmente moro em São Paulo e minha trajetória não é muito comum: já fui policial militar, professora universitária e sou advogada, embora hoje me dedique exclusivamente à produção de conteúdo adulto e de entretenimento para as redes sociais.

Solteira há oito anos, tenho uma vida tranquila, gosto de treinar, cozinhar e ler. Fora das câmeras, acredito que a sexualidade também pode ser vivida com liberdade. As fantasias não foram feitas para ficar apenas na imaginação. Quando há desejo, respeito e consentimento, elas também podem fazer parte da vida real.

O que te atrai em um homem?
Sexualmente, a safadeza. Sexo não é sobre beleza, dinheiro ou intelectualidade, é sobre desejo e intensidade. Para mim, o carinho vem antes ou depois, mas, na hora do sexo, eu quero me sentir viva, desejada. Quero instinto, força e suor.

O que te deixa excitada?
Fico excitada com minhas fantasias. Eu fecho os olhos e consigo imaginar cenas completas de sexo, muitas parecidas com o que já fiz e outras como gostaria de fazer. Também me excito com um tipo muito específico de pornografia: uma mulher e dois ou mais homens. E me excita lembrar de todas as vezes em que tornei isso realidade, seja gravando ou na minha vida pessoal.

Os homens que curtem esse tipo de experiência são safados de um jeito que os outros não são, por mais pegada que tenham. Mas, se for uma transa mais convencional, me excita um abraço por trás, seguido de um beijo no pescoço, as duas mãos percorrendo meu corpo ao mesmo tempo, a sensação de estar sendo dominada e que, sem muita enrolação, ele me penetre. Depois disso, temos tempo para todo o resto.

Também me excita passar o dia disponível para transar, deixando que isso aconteça a qualquer hora e sem muita cerimônia ou roteiro. E o mais polêmico talvez seja gostar de acordar com alguém de quem gosto e em quem confio já me penetrando. Essa surpresa de ser tomada se alinha ao meu desejo de ser submissa. Mas uma mulher dominante não consegue se submeter a qualquer homem. Para mim, precisa ser um tipo específico que saiba que isso se limita ao sexo.

O que te faz brochar?
Me brocha o sexo que começa com um beijo sem sintonia. Parece que tem bocas que simplesmente não se encaixam. Também me brocha quando estamos no maior amasso, paixão, pegada, corpos se esfregando, beijo no pescoço, e o cara desce para me chupar. Nessa hora eu estou pronta para a penetração, e parar tudo para me chupar me desliga completamente. Isso piora quando percebo que o cara quer que eu já goze assim. Brochante total. Nem toda mulher faz questão de receber sexo oral; eu prefiro muito mais fazer.

Qual a maior loucura que você já fez por amor?
Fiz algumas, como viajar 20 horas de ônibus convencional, daqueles em que o banco não reclina e que param em toda cidadezinha até o destino, só para dormir junto de sábado para domingo. Também comprei móveis para a casa de um namorado com poucos meses de relacionamento. Morar junto acho que foi o mais desafiador.

Mas faz oito anos que estou solteira e dezesseis desde o último amor. Então, parei de fazer loucuras por amor faz tempo. Agora faço loucuras só por tesão.

Sua posição favorita?
Tenho algumas posições favoritas. Para fazer sexo oral, gosto de estar de joelhos no chão, com ele em pé. Na penetração anal, gosto de ficar de quatro e filmando, porque a melhor parte do anal é assistir depois.

Para gozar, gosto dele por cima e eu por baixo, de frente um para o outro, um pouco afastados, porque gosto de gozar me tocando, é muito mais intenso. Se for para me sentir uma safada, gosto de ficar deitada e abrir bem as pernas ou de quatro olhando no espelho. Se eu estiver muito excitada, gosto de sentar de frente, no colo. Ao acordar, a melhor posição é de ladinho. Indo dormir, é bom ganhar uma massagem de bruços, sentir o pau roçando e, sem querer, entrando.

Tem alguma fantasia sexual que ainda não realizou?
Tenho várias fantasias para realizar. Agora tenho pensado muito em ser a única mulher em uma festinha entre amigos e transar com todos ao longo da festa, não necessariamente ao mesmo tempo. Mas, se em algum momento acontecer ao mesmo tempo, seria ótimo. Já fiz isso com dois e foi ótimo. Não sei se seria bom com vários; tem coisas que são melhores na imaginação. Mas, com certeza, vou tentar quando surgir a oportunidade.

Tamanho é documento?
Pau grande excita, sim, é bonito de olhar. Mas, se for muito longo, é verdade que machuca. Nem sempre na hora, mas nos dias seguintes pode ser dolorido transar novamente. Deve ser por isso que chamam o pau médio de “pau de namorado” ou “pau de marido”.

O pau grosso e mais curto é gostoso de sentir entrando, mas eu, particularmente, tenho muita sensibilidade na região e, geralmente, machuca o canal da uretra, deixando aquela ardência chata ao urinar depois.

O sexo anal, por incrível que pareça, se eu estiver relaxada, é o que menos incomoda com um pau grande. Para gravar, o pau mais curto não é o ideal, porque não sobra para o ângulo da câmera. Mas, para transar, é melhor, porque o canal da vagina é curto e a entrada é a região mais sensível; no fundo não temos a mesma sensibilidade.

Enfim, o tamanho até importa, mas existem vários “dependes” para explicar essa importância. A verdade precisa ser dita: um pau muito pequeno ou muito fino precisa de alguma compensação criativa para o sexo ser bom.

Qual o tempo máximo que você aguenta ficar sem sexo?
O tempo de transa é algo supervalorizado. Eu posso gozar em três minutos e ficar satisfeita, se já estiver superexcitada antes do contato. Também posso me entediar depois de meia hora sem que o cara goze, mesmo já tendo tentado de tudo para isso.

Também posso curtir transar a tarde toda em um domingo qualquer. O tempo ideal depende do contexto. Mas a verdade é que a lubrificação da mulher não dura muito tempo se a penetração for frenética, constante e prolongada. O corpo simplesmente não consegue produzir tanta lubrificação para uma hora de transa sem parar, sem tirar de dentro.

Na real, vejo pessoas dizendo que gostam ou vivem isso, mas certamente não se trata de um entra e sai o tempo todo. Trata-se de tempo de qualidade que envolve outras coisas e sexo de uma forma ampla, e não apenas penetração.

Por curiosidade, já fiquei oito meses sem transar, mas que foi pontual, geralmente quando passa de um mês eu já dou um jeito de encontrar alguém.

Uma dica para arrasar nas preliminares:
Minha dica para arrasar nas preliminares é: aprenda a fazer uma leitura do contexto. Preste atenção em como o corpo da outra pessoa reage a cada nova investida. Cada pessoa é diferente, e o que mais estraga um encontro é seguir um roteiro.

Faça um pouco de mistério. Quando a gente sabe que o sexo vai acontecer e como a transa vai acontecer, não é tão excitante. Às vezes, comece e pare. Ficar com vontade para a próxima investida é uma ótima preliminar.

Eu também curto trocar mensagens ao longo do dia. Curto quando a pessoa chega de surpresa. Nesse caso, a preliminar é justamente não ter preliminar. Toda a excitação acontece instantaneamente na mente quando somos surpreendidas, e a mente pode ser incrivelmente rápida para nos deixar prontas em poucos segundos, quando o cara tem muita atitude.

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