Nati Millar não está para brincadeira: “O cara pode fazer o que ele quiser, mas tem que me fazer gozar”

A Nati é HARD

fotos_ JOKA / edição_ Cynthia Silva e Adriana Peruto / cabelo e maquiagem_ Cris Truglio / agradecimento especial_ Motel Le Moulin

 

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Natália Millar_ 30 Anos, paulistana

Em junho de 2012, você estrelou um ensaio com a Priscila Santos. Agora está sozinha. o que mudou?
Senti falta dos carinhos e beijinhos da Priscila. Tive que pensar em outras coisas.

Em que você pensou?
Num homem maravilhoso, suado, excitado e me olhando.

Na hora de transar, como deve ser o cara?
Eu gosto de uma coisa bem hard. Na verdade, o cara pode fazer o que ele quiser. Minha única exigência é que ele me faça gozar. É a única obrigação dele. Olha, eu ando muito rigorosa ultimamente, viu?

Você gosta de falar sacanagem?
Falo tudo o que você possa imaginar. Eu gosto de comparar o homem com um animal. Adoro falar “Vai, cavalo! Vai, seu animal!” (risos).

E o que tem sido mais eficiente para você gozar?
Sexo anal. E é melhor que o cara tenha o pênis grande (risos).

E o que você gosta de escutar?
Gosto que me chame de gostosa, de safada, de maravilhosa. Adoro escutar “Você é uma puta na cama”.

Tem algum tipo de cara que você prefira?
Prefiro um cara alto, forte, sarado, mas tímido, na dele, de poucas palavras. Tem que ser tímido fora da cama e cachorro na transa. E o mais importante é que o homem de verdade, se quiser ficar comigo, tem que me comer todos os dias. No mínimo duas vezes (risos).

Me conte uma transa inesquecível…
Foi esse ano, em Ubatuba, na praia do Félix. Um cara alto, sarado, gostoso. Ele me dominou, fizemos anal. Durou umas duas horas. Foi lindo.

Você está mudada desde o último ensaio. Está mais bonita. O que você fez?
Fiz plástica no nariz e estou loira. Agora estou mais feminina, menos rata de academia. Virei mulher!